Thursday, February 22, 2007
NY: novo suporte publicitário
Tuesday, February 13, 2007
Mudança do Público
A primeira afirmação é óbvia. Confesso que não me satisfaz nem tão pouco me surpreendeu. Já por cá temos uns tantos jornais diários, JD e DN, pelo menos, com imagem semelhante. Infelizmente os números falam mais alto e as alterações efectuadas vão no sentido de captar audiências com as quais não me identifico.
A segunda afirmação, relativa ao conteúdo, parece-me podemos concluir que também houve mudança. Afinal, conteúdo são os textos, as imagens (com maior destaque), mas também uma série de aspectos implicítos que comunicam posturas, orientações e formas de estar.
Espero que, apesar de tudo, o público continue a seduzir-me. Confesso que começa a ser cada vez mais difícil...
Sunday, February 11, 2007
Prémio para Adega de Foz Côa
As imagens do projecto serão publicadas num futuro post, depois da merecida visita.
Sunday, January 28, 2007
Novo suporte publicitário
Segundo a Meios & Publicidade, o exclusivo anual, pela consultora imobiliária Cushman & Wakefield, custa 60 mil euros. Tendo em conta que o tráfego, no último ano, foram cerca de 12 milhões de passageiros, não parece uma verba avultada. Isto se, naturalmente, comparamos estes dados com os da TV, em Portugal.
Acresce ainda dizer que nos EUA já existe este meio publicitário, em vários aeroportos.
Monday, January 22, 2007
Universidade Corporativa da Unimed
Este acto consubstancia o nascimento da Universidade Corporativa da Unimed. À semelhança da Universidade Corporativa do Ceval, é mais um passo significativo e inovador, no panorama nacional, no sentido de desenvolver competências entre a Universidade e a Empresa.
Saturday, January 20, 2007
Comunicação empresarial
Criado há vários anos, retomamos agora este projecto empresarial. Retomamos, uma vez que compromissos académicos não permitiram a continuidade desejável.Temos como alvo as PME's nacionais, carenciadas que estão, como sabemos, de apoio estratégico que lhes permita competir eficientemente no mercado, qualquer que ele seja.
A nossa aposta, na oferta de serviços, passa pelo desenvolvimento de acções de MARKETING, PUBLICIDADE e DESIGN, enquadradas num pensamento estratégico que sustente estas mesmas acções. Mas não é tudo: o que nos move em especial é a possibilidade de introduzirmos a CRIATIVIDADE e a INOVAÇÃO no desenvolvimento de COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL permitindo criar plataformas de diferenciação no mercado.
Criar e inovar é o nosso desafio constante!
Sunday, January 14, 2007
Universidade Corporativa do Ceval
Amanhã, pelas 17.00h, decorre a apresentação pública e assinatura do protocolo de colaboração UFP - CEVAL, respectivamente, Universidade Fernando Pessoa e o Conselho Empresarial dos Vales do Lima e Minho, na Unidade de Ponte Lima. Parece-me um momento importante para ambas as Instituições, uma vez que assume o "pressuposto da complementaridade de vocações entre a dimensão académica e empresarial e a sinergia que daí pode advir para a competitividade organizacional".
Não é novidade para ninguém que a Universidade e a Empresa continuam de costas voltadas. Não se consegue perceber que tal aconteça. Tal como não se entende que não exista uma aposta clara nesse sentido, por parte das elites, quaisquer que elas sejam. Sabemos do nível cultural da maioria dos nossos empresários, que é baixo. Muito embora não se deva ilibá-los de alguma responsabilidade, cabe, de facto, a essas elites fazer algo. A ser assim, teremos melhores universidade, empresas, produtos e marcas. A criação desta última, a marca, passa ao lado da estratégia, quando existe, da grande maioria das empresas do nosso país, que embora possam produzir com qualidade, o que acontece com muitas ao fazê-lo para grandes marcas mundiais, são incapazes de implementar a marca, enquanto factor competitivo. Bom, mas este é um outro assunto a que voltaremos mais tarde…
Por agora, e relativamente à Universidade Corporativa do Ceval que vai nascer, espera-se que seja o pontapé de saída para colmatar graves deficiências entre a Universidade e a Empresa. Quanto mais se fizer pelo desenvolvimento desta dualidade, mais prósperos seremos.
Deixo aqui um documento com mais informação sobre o acto que, tal como referido, decorre amanhã.
Sunday, January 07, 2007
A Formação da Mentalidade Submissa e os meios de comunicação
Terminei de ler a " A Formação da Mentalidade Submissa", de Vicente Romano, Deriva Editores, com tradução de Rui Pereira. Recomendo vivamente! É uma visão lúcida e oportuna sobre as actuais sociedades e o funcionamento dos meios de comunicação. Uma das mensagens chave do texto, alerta para que “Os poderosos que são poucos é que possuem os meios para formar ou deformar opiniões”. Nesse sentido, cabe a cada um ficar alerta exercendo um pensamento crítico, face às mensagens que os media transmitem. Advoga o autor que “Manter as pessoas simples, pobres preocupadas com as histórias dos famosos, garante cidadãos anestesiados e passivos”. Mas, também, os grandes intelectuais não ficam isentos de crítica. Segundo Romano, “ A maioria dos intelectuais vive bem, mas à custa de se venderem, de não questionarem o sistema.”Wednesday, December 27, 2006
Boas festas
Para já, um PRÓSPERO 2007.
Sunday, December 17, 2006
"Publicidade" Exterior, abordagem histórica 1
Um dos primeiros posts que publicámos, já lá vão uns meses, intitulado "Os primórdios da publicidade exterior: a pedra de Rosetta", assinalávamos a importância desta pedra na história da comunicação exterior. Usámos, então, em título, o termo publicidade de uma forma livre, simplificando a terminologia. Cabe, no entanto, referir que este termo aplicado à época, é um pouco forçado. Se encararmos a publicidade como forma de persuasão, naturalmente que sempre existiu, remontanto, assism, a sua origem às origens do próprio Homem, enquanto entidade socialmente organizada. Porém, se encararmos a publicidade como instrumento ao serviço das empresas, é lícito utilizar apenas esta terminologia após a Revolução Industrial e consequente sociedade de consumo. Neste contexto, pode dizer-se que surgiu na segunda metade do século XIX, nos países à época mais desenvolvidos economicamente.Dito isto, destacamos agora um exemplar que chegou até nós, a pedra de Moabite (850 a.C.), considerado por alguns estudiosos como tendo sido o primeiro cartaz. Trata-se de uma tabuleta em pedra basalto, com aproximadamente 1,15 m de altura por 65 cm de largura. O conteúdo tinha uma mensagem organizada e persuasiva, fazendo a apologia dos feitos do rei Mesha.
Saturday, December 09, 2006
A GALP diversificou o negócio...
Aconselho vivamente a consulta da posta "A GALP diversificou o negócio", no arrastão, a quem roubei esta n0ticia e respectivo título.É hilariante!! Ou melhor, é verdade. Parece que podemos ter a menina do gás em casa, para nos substituir a tradicional garrafa de gás pela pluma. Bom, já se sabe, a condição é ainda não ser cliente da Galp e, óbviamente, não ter ainda a dita garrafa instalada. Se não satisfizer estas condições, tal como eu, resta olhar para os anúncios...
Monday, December 04, 2006
Banner no céu
Outra diferença que me parece interessante realçar, é o formato do próprio banner. O banner de helicóptero pode ter um formato quadrado, contrariamente ao avioneta-banner, em que apenas o formato vincadamente rectangular, permite uma mobilidade eficaz.
Tudo isto para dizer que se instalou
Tuesday, November 28, 2006
Sunday, November 26, 2006
Mário Cesariny 1923 - 2006
Calendários 2007
Chegaram os calendários para 2007. Deixo aqui a ligação para o da Pirelli, que iniciou a publicação há 42 anos. Trata-se, indubitavelmente, de um ícone da comunicação corporativa, com índices de visibilidade e notoriedade impressionantes. O motivo é, como sempre, a celebração da beleza feminina.A base deste resultado: um trabalho de comunicação estratégica, com uma fotografia, criatividades, estilo e design ao melhor nível.
Sunday, November 19, 2006
O carro do futuro está a chegar?
Da tese de doutoramento de um estudante do MIT, Ryan Chin, nasceu um projecto muito interessante, do qual se esperam resultados práticos de mercado. Trata-se de um denominado carro do futuro. Reúne os esforço do referido instituto, a General Motors e Frank Gehry (aquele arquitecto que ia reformular o Parque Mayer em Lisboa, Lembram-se?). Trata-se de um veículo pequeno, seguro, económico, híbrido ou movido a células de combustível, aumenta de tamanho para acomodar as pessoas, tem rodas omnidireccionais (viram até aos 90 graus), entre outras características. Digam lá que não é um veículo a produzir? Como diz Kofi Annan em entrevista à Ùnica (semanário Expresso), já existe tecnologia para tudo, ou quase, basta apenas utilizá-la a favor das grandes causas. Assim queiram os poderosos!European newspaper award
Uma pesquisa na internet leva-me à página oficial da organização, que atribui os galardões www.newspaperaward.org. Como seria de esperar, estava à espera de um sítio apelativo, funcional e bem organizado. Pois bem, é precisamente o contrário do que ditam as regras do web design e do bom senso gráfico. Há botões que pura e simplesmente não funcionam; a informação disponibilizada é pobre, em termos de conteúdo e recursos gráficos; o contraste fundo -text0 é pouco acentuado, dificultando a leitura; etc., etc. Fica uma pergunta: terá um organismo que não cuida da sua imagem competência para atribuir prémios de design?
Sunday, November 12, 2006
A propósito de uma notícia
Desconhecia a existência deste litigio, mas nesta notícia interessam-me duas questões que sendo diferentes se complementam na substância. A primeira, prende-se com o corporativismo que ainda persiste na atribuição de reconhecimento e competências, por parte de algumas instituições, a cursos das universidades privadas. Fica a ideia que nestas instituições a qualidade de ensino é inferior à das universidades públicas. Por experiência própria de vários anos, sei que assim não é. Definidos os conteúdos programáticos, as regras de avaliação e a qualidade do corpo docente, que se assemelham nos dois sistemas de ensino, a formação resultante não pode variar muito.
A outra questão, embora um pouco marginal a este assunto, prende-se com a catalogação que também existe no nosso ensino, rotulando de forma definitiva as competências académica das pessoas. Numa época de fluidez em todos os ramos do conhecimento, torna-se necessário não compartimentar, mas sim abrir portas e incorporando a multidisciplinaridade. Foi interessante e oportuno verTuesday, November 07, 2006
Outdoor: uma abordagem semântica

Outra das ideias que esteve presente, no arranque deste espaço de visibilidade, foi a de problematizarmos a publicidade exterior, matéria que no ocupou durante os últimos anos. Ficou já a promessa, num dos posts, que o faríamos logo que possível. Chegou, então, a hora e alguma disponibilidade para começar a tratar essas matérias, pelo princípio.
Uma das razões terá sido o significado da palavra Outdoor (fora de casa). Outra, prender-se-á com a facilidade de pronunciar a palavra e com o facto de facilmente aceitarmos e nos apropriarmos de estrangeirismos. Face à dificuldade de encontrarmos a origem da apropriação do termo, contactamos várias entidades, entre as quais a Associação Portuguesa de Agências de Publicidade e Associação Portuguesa de Anunciantes. Ambas manifestaram desconhecimento. Colocamos a mesma questão ao sítio na Internet “Ciberdúvidas” que nos remeteu a seguinte resposta, com o título “As origens do anglicismo Outdoor:
“Outdoor” é uma palavra formada pelo prefixo “out”, que significa «fora», e “door”, que significa «porta». “Outdoor” é, portanto, «aquilo que fica fora da porta ou o lugar fora da porta». “Outdoorman” – é o homem que passa muito tempo fora de casa, praticando o campismo, a caça ou a pesca. “Outdoor board” é um cartaz com notícias para o público.
O Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (versão brasileira) indica que, em publicidade, “Outdoor” é uma redução de “Outdoor advertising” «propaganda ao ar livre».
Friday, November 03, 2006
Guimarães Jazz 2006
De

