Foi registada a marca ADVERTE, no Instituto Nacional de Propriedade Industrial, em nome da empresa Francisco Mesquita, Lda. A partir de agora será este o nome e a imagem de uma Agência de Publicidade, que antes funcionava com o nome da sociedade unipessoal.
Friday, September 28, 2007
Marca Adverte
Foi registada a marca ADVERTE, no Instituto Nacional de Propriedade Industrial, em nome da empresa Francisco Mesquita, Lda. A partir de agora será este o nome e a imagem de uma Agência de Publicidade, que antes funcionava com o nome da sociedade unipessoal.
Sunday, September 16, 2007
SOPCOM - Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação
De 6 a 8 de Setembro decorreu na Universidade do Minho, Braga, o 5º Congresso da SOPCOM (Associação portuguesa de Ciências da Comunicação). Trata-se do encontro mais importante da área da comunicação que acontece no nosso país. Reúne todas as áreas que cabem dentro do grande penalelão que são as Ciências da Comunicação: publicidade, jornalismo, relações públicas, estudos fílmicos, retórica, semiótica, sociologia da comunicação, teoria e história da imagem, entre outras.Para o ano o evento acontecerá cá mais para o sul (ainda sem local definido).
Saturday, August 18, 2007
Bratislava e a publicidade exterior
Da primeira vez que estive em Bratislava, em 2005, já me tinha apercebido da importância da publicidade exterior, nesta cidade. Embora numa visita de poucas horas, deu para perceber a diversidade de formatos, soluções e imagens nas ruas e avenidas desta cidade.Na última visita, há poucos dias, já com mais tempo pude caminhar através da cidade e registar fotograficamente a constatação anterior. Deixo, por agora, um exemplar em que o diálogo com o espaço se manifesta de forma interessante.
Monday, July 02, 2007
Wednesday, June 27, 2007
Sunday, June 17, 2007
Belim: publicidade exterior diferenciadora
A publicidade exterior de grande formato assume, invariavelmente, uma forma geométrica rigorosa: quadrada ou rectangular. Raramente se vêem imagens salientes que impliquem "cortantes" especiais. Os custos são muito elevados e afastam as empresas deste tipo de investimento. Só em grandes mercados se torna viável, ou mais viável, para sermos mais exigentes, estas opções. Em Berlin encontrámos uma tela da Nokia, com aproximadamente 1000 m2, com o pormenor que a imagem mostra: o produto-telemóvel destacando-se no formato rectangular do Outdoor. Sem dúvidas que estava assegurado a diferenciação visual do respectivo produto. Não valerá a pena?
Wednesday, June 13, 2007
Berlim: Fespa 2007
Decorreu entre 5 e 9, da semana passada, a Fespa de Berlin. É um dos acontecimentos mais importantes do mundo (talvez o maior) para quem se interesse em tecnologias de produção de imagem. Estava dividida em três grandes áreas: impressão digital e software, estamparia e decoração industrial, vestuário e decoração têxtil. A impressão digital e áreas afins representavam parte significativa dos expositores.Estavam representados 140 países com um total de 670 stands, aproximadamente. De Portugal estavam presentes duas empresas, pelo que pude verificar e segundo o catálogo que estava online (uma delas era a Endutex, referência importante na península ibérica, no que diz respeito a suportes de impresão digital). Confesso que estava à espera de uma representação superior de expositores do nossos país. Mas, afinal, representamos muito pouco nestas áreas. É surpreendente quando somos um país em que a indústria têxtil representa, ainda, um papel importante na economia nacional.
Sunday, June 03, 2007
Leituras
Terminei de ler "Anúncios à lupa", de Eduardo Contra Torres.Como é sabido, em Portugal pouco se publica sobre assuntos de comunicação e, particularmente, sobre publicidade. Por isso, sempre que há novidades no mercado editorial são bem vindas e é um acontecimento festivo.
Devo confessar que iniciei a leitura deste livro cheio de curiosidade. Mas, desde cedo me apercebi de uma abordagem muito pessoal que, por vezes, resvalou para algum acerto de contas, digo eu, que o autor tem a fazer com os publicitários. Penso que muitos deles olham apenas para o seu umbigo e aqui nada de novo. Lembro só que qualquer campanha, e talvez o autor nunca o tivesse sentido, tem sempre a interferência, controlo e aval do cliente. É certo que cabe à Agência idealiar, desenvolver e produzir mensagens que funcionem, mas se o clente não cumpre o papel dele, o que fazer... e se o briefing (documento que deve ser elaborado pelo cliente) não existe ou está mal feito?
Saturday, May 26, 2007
Saturday, May 12, 2007
trabalho, trabalho...
Múltiplos afazeres têm impedido a actualização deste blog, como desejava. Fica a promessa, uma vez mais, que essa regularidade voltará brevemente. Ideias frescas serão expostas… até lá, boas imagens.
Saturday, March 31, 2007
Sunday, March 25, 2007
A marca Allgarve
A primeira vez que tive contacto com marca Allgarve, através da imprensa, há vários dias, o primeiro impulso, de ordem emocional, não me levou a rejeitá-la. Achei, e acho, o trabalho de design bom (tipografia, cor, enquadramentos, etc.). Terei pensado instintivamente: bom, talvez a criação desta marca e a sua difusão no exterior, seja valorativa para a região. Não rejeito, assumindo uma postura de marketeer, que possamos associar e atribuir a marcas portuguesas palavras estrangeiras. Muito embora, devo dizê-lo, não o faria por princípio, caso estivesse na elaboração de um projecto desta natureza. Temos uma língua riquíssima, entre muitas outras coisas, e há que valorizá-la. Já imaginaram aqui ao lado os nossos vizinhos fazerem o mesmo? Certamente que não!Mas, o que eu não percebo, de todo, nesta campanha é a sua difusão nacional, pelo menos em mupi's como tive oportunidade de constatar no Porto. Pergunto: o público-alvo desta campanha está maioritariamente dentro ou fora de fronteiras? Se está fora, o que me parece absolutamente inquestionável, porque se investe tanto, repito, tanto dinheiro de todos nós numa acção cujos resultados, em termos de retorno, serão próximos do zero? Bom, lá haverá outros interesses não publicitários...
Monday, March 12, 2007
10 Erros Numa Campanha de Publicidade
Exigências de trabalho académico levam-me a deixar aqui alguns dos erros mais frequentes das campanhas de publicidade. Óbviamente que mantemos o rumo deste blog: falar de COMUNICAÇÃO.
1. Não Definir Claramente o "Target" da Campanha
Afinal, a quem se dirige a campanha de publicidade? Se não conseguir responder sem hesitar, é melhor não passar às fases seguintes do processo. E não é aceitável dizer que "o alvo da campanha são todos os consumidores". Nunca se consegue captar a atenção de todos eles. Mesmo para produtos de grande consumo, uma campanha de publicidade só pode ir em frente se tiver o público-alvo bem definido.
2. Não se Distinguir da Concorrência
Não conseguir descobrir o essencial acerca da marca [algo único e distintivo] que seja digno de destaque, e que nos ajude a motivar e conquistar o consumidor, é garantir o insucesso da campanha. É um erro que advém da falta de uma orientação estratégica clara.
3. Não Conhecer bem o Mercado-Alvo
Um anunciante, ou agência de publicidade, pode saber claramente a quem é que pretende que a campanha se dirija, mas não conhecer bem o seu público-alvo. Quando se trata de uma marca conhecida no mercado, há que ir acompanhando a sua aceitação, a possível mudança de hábito dos consumidores e verificar possíveis formas de melhoria para, no momento da preparação da campanha, reunir o maior número de informações relevantes. O ideal é recorrer a estudos de mercado. Tratando-se de um produto ou serviço novo, há que se fazer uma sondagem junto de potenciais clientes para verificar a sua receptividade. Pesquisas com sessões de prova/experimentação do produto são bastante eficazes.
4. Errar na Mensagem
O fato de a mensagem definida no "briefing" não ser inspiradora é uma falha grave. "Uma boa idéia não surge do nada. Ela resulta de um "salto criativo", dado em cima de uma orientação clara espelhada na mensagem. Quanto mais inspiradora e relevante ela for, melhor será a idéia criativa daí resultante". Portanto, discuta com a agência exaustivamente para que o briefing seja o inspirador das boas idéias.
5. Prejudicar a Eficácia em Prol da Criatividade
É necessário refrear a imaginação dos criativos e fazer com que coloquem os pés na terra. Uma campanha pode ser tecnicamente brilhante, ganhar prêmios de criatividade, mas, na prática, não atingir o alvo e fracassar por completo. Se os consumidores a quem a mensagem supostamente deveria se dirigir não a perceberem, também não irão identificá-la como dirigida a eles e não a reterão em suas mentes.
6. Não ter em Conta os Aspectos Culturais
Há produtos universalmente conhecidos. Mas, nem por isso deverá ser utilizada a mesma abordagem de campanha em todos os países. Diferentes culturas interpretam e reagem à mesma mensagem publicitária de formas diferentes. Por isso, é essencial definir uma estratégia consistente e ao mesmo tempo flexível para não ferir suscetibilidades. O mesmo se aplica à utilização de estereótipos (insinuar, por exemplo, que todas as mulheres são donas de casa) que podem ser encarados como um insulto, além de ajudarem a reforçar preconceitos sociais.
7. Escolher os Meios Publicitários Errados
A televisão é um meio de comunicação de massas, mas poderá, nem sempre, ser o mais adequado para fazer uma campanha de publicidade. Muitas vezes para determinado produto chegar ao seu alvo, bastará um anúncio numa revista de menor tiragem, por exemplo, de uma determinada ordem profissional: chega a um número restrito de pessoas, mas essas podem ser exatamente o público-alvo do produto ou serviço em causa. Independentemente do orçamento disponível para a campanha, a escolha dos veículos ou mídias certos é imprescindível para não "dar tiros em todas as direções".
8. Não Definir um Orçamento Publicitário
É muito fácil gastar muito dinheiro em publicidade. Os principais meios são dispendiosos e confiar uma campanha a uma agência também não fica barato. Por isso, é muito importante que, antes de dar qualquer passo, seja definido o valor que tem disponível no seu orçamento para publicidade e o apresente com clareza à agência que escolheu ou ao seu próprio departamento de publicidade. Os métodos, os meios e as pessoas que estarão envolvidas na campanha serão escolhidos também em função dele.
9. Não Confiar a Campanha a Profissionais
Se a sua empresa não tem um departamento de publicidade, pense duas vezes antes de avançar com uma campanha feita por amadores. Apesar de ser mais dispendioso, é mais seguro entregar estes assuntos a quem sabe. Caso contrário, arrisca-se a gastar dinheiro e outros recursos em vão. A publicidade tem técnicas e métodos específicos que só os profissionais da área dominam.
10. Não ter um Critério Claro na Escolha da Agência
Pense no que pretende de uma agência de publicidade.
- Quer contratá-la para um projeto de curta duração, ou para uma campanha de publicidade para maior tempo? - O seu orçamento permite contratar uma grande agência. É mesmo isso que pretende? - Uma grande agência pode não ser necessariamente a melhor para a sua empresa, nem ir ao encontro às suas necessidades ou orçamento.
É essencial fazer uma prospecção de mercado, marcar reuniões com algumas delas e obter referências sobre trabalhos anteriores. Desta forma, vai se reduzindo a amostra. No final, terá que selecionar uma entre as três ou quatro "finalistas".
Alguns Erros Capitais
"A falha de definição clara, em relação ao papel que a publicidade deve cumprir, por exemplo, no momento em que o "briefing" é passado ao departamento de criação, é fatal". Este é um erro capital a evitar. Uma campanha de publicidade "trabalha em conjunto com outras variáveis de marketing e é errado pressupor que pode substituir o papel que tem que ser cumprido por elas. Por exemplo, uma boa campanha de publicidade não substitui a falta de qualidade de um produto. Se for realmente boa, até contribui para um mais rápido insucesso do mesmo". Outro erro fatal é a "falta de orientação estratégica". É necessário fazer opções para separar o essencial do acessório. "Se quisermos fazer tudo para todo mundo, acabamos por não conseguir ser nada para ninguém".
Perder a noção em relação a quem se dirige a campanha é, por vezes, uma falha das próprias agências de publicidade. "Não se trata apenas de saber quem são e onde estão os consumidores que queremos motivar, conquistar ou fidelizar, mas de conhecer o insight que os fará reagir positivamente a uma mensagem. Muitas vezes, as campanhas são desenvolvidas tendo em consideração apenas a criatividade e, na maioria das vezes o resultado é desastroso. "Criatividade pela criatividade não é, nunca foi e nunca será sinônimo de eficácia".
José Carmo Vieira de Oliviera Consultor - Sebrae-SP, http://www.sebraesp.
1. Não Definir Claramente o "Target" da Campanha
Afinal, a quem se dirige a campanha de publicidade? Se não conseguir responder sem hesitar, é melhor não passar às fases seguintes do processo. E não é aceitável dizer que "o alvo da campanha são todos os consumidores". Nunca se consegue captar a atenção de todos eles. Mesmo para produtos de grande consumo, uma campanha de publicidade só pode ir em frente se tiver o público-alvo bem definido.
2. Não se Distinguir da Concorrência
Não conseguir descobrir o essencial acerca da marca [algo único e distintivo] que seja digno de destaque, e que nos ajude a motivar e conquistar o consumidor, é garantir o insucesso da campanha. É um erro que advém da falta de uma orientação estratégica clara.
3. Não Conhecer bem o Mercado-Alvo
Um anunciante, ou agência de publicidade, pode saber claramente a quem é que pretende que a campanha se dirija, mas não conhecer bem o seu público-alvo. Quando se trata de uma marca conhecida no mercado, há que ir acompanhando a sua aceitação, a possível mudança de hábito dos consumidores e verificar possíveis formas de melhoria para, no momento da preparação da campanha, reunir o maior número de informações relevantes. O ideal é recorrer a estudos de mercado. Tratando-se de um produto ou serviço novo, há que se fazer uma sondagem junto de potenciais clientes para verificar a sua receptividade. Pesquisas com sessões de prova/experimentação do produto são bastante eficazes.
4. Errar na Mensagem
O fato de a mensagem definida no "briefing" não ser inspiradora é uma falha grave. "Uma boa idéia não surge do nada. Ela resulta de um "salto criativo", dado em cima de uma orientação clara espelhada na mensagem. Quanto mais inspiradora e relevante ela for, melhor será a idéia criativa daí resultante". Portanto, discuta com a agência exaustivamente para que o briefing seja o inspirador das boas idéias.
5. Prejudicar a Eficácia em Prol da Criatividade
É necessário refrear a imaginação dos criativos e fazer com que coloquem os pés na terra. Uma campanha pode ser tecnicamente brilhante, ganhar prêmios de criatividade, mas, na prática, não atingir o alvo e fracassar por completo. Se os consumidores a quem a mensagem supostamente deveria se dirigir não a perceberem, também não irão identificá-la como dirigida a eles e não a reterão em suas mentes.
6. Não ter em Conta os Aspectos Culturais
Há produtos universalmente conhecidos. Mas, nem por isso deverá ser utilizada a mesma abordagem de campanha em todos os países. Diferentes culturas interpretam e reagem à mesma mensagem publicitária de formas diferentes. Por isso, é essencial definir uma estratégia consistente e ao mesmo tempo flexível para não ferir suscetibilidades. O mesmo se aplica à utilização de estereótipos (insinuar, por exemplo, que todas as mulheres são donas de casa) que podem ser encarados como um insulto, além de ajudarem a reforçar preconceitos sociais.
7. Escolher os Meios Publicitários Errados
A televisão é um meio de comunicação de massas, mas poderá, nem sempre, ser o mais adequado para fazer uma campanha de publicidade. Muitas vezes para determinado produto chegar ao seu alvo, bastará um anúncio numa revista de menor tiragem, por exemplo, de uma determinada ordem profissional: chega a um número restrito de pessoas, mas essas podem ser exatamente o público-alvo do produto ou serviço em causa. Independentemente do orçamento disponível para a campanha, a escolha dos veículos ou mídias certos é imprescindível para não "dar tiros em todas as direções".
8. Não Definir um Orçamento Publicitário
É muito fácil gastar muito dinheiro em publicidade. Os principais meios são dispendiosos e confiar uma campanha a uma agência também não fica barato. Por isso, é muito importante que, antes de dar qualquer passo, seja definido o valor que tem disponível no seu orçamento para publicidade e o apresente com clareza à agência que escolheu ou ao seu próprio departamento de publicidade. Os métodos, os meios e as pessoas que estarão envolvidas na campanha serão escolhidos também em função dele.
9. Não Confiar a Campanha a Profissionais
Se a sua empresa não tem um departamento de publicidade, pense duas vezes antes de avançar com uma campanha feita por amadores. Apesar de ser mais dispendioso, é mais seguro entregar estes assuntos a quem sabe. Caso contrário, arrisca-se a gastar dinheiro e outros recursos em vão. A publicidade tem técnicas e métodos específicos que só os profissionais da área dominam.
10. Não ter um Critério Claro na Escolha da Agência
Pense no que pretende de uma agência de publicidade.
- Quer contratá-la para um projeto de curta duração, ou para uma campanha de publicidade para maior tempo? - O seu orçamento permite contratar uma grande agência. É mesmo isso que pretende? - Uma grande agência pode não ser necessariamente a melhor para a sua empresa, nem ir ao encontro às suas necessidades ou orçamento.
É essencial fazer uma prospecção de mercado, marcar reuniões com algumas delas e obter referências sobre trabalhos anteriores. Desta forma, vai se reduzindo a amostra. No final, terá que selecionar uma entre as três ou quatro "finalistas".
Alguns Erros Capitais
"A falha de definição clara, em relação ao papel que a publicidade deve cumprir, por exemplo, no momento em que o "briefing" é passado ao departamento de criação, é fatal". Este é um erro capital a evitar. Uma campanha de publicidade "trabalha em conjunto com outras variáveis de marketing e é errado pressupor que pode substituir o papel que tem que ser cumprido por elas. Por exemplo, uma boa campanha de publicidade não substitui a falta de qualidade de um produto. Se for realmente boa, até contribui para um mais rápido insucesso do mesmo". Outro erro fatal é a "falta de orientação estratégica". É necessário fazer opções para separar o essencial do acessório. "Se quisermos fazer tudo para todo mundo, acabamos por não conseguir ser nada para ninguém".
Perder a noção em relação a quem se dirige a campanha é, por vezes, uma falha das próprias agências de publicidade. "Não se trata apenas de saber quem são e onde estão os consumidores que queremos motivar, conquistar ou fidelizar, mas de conhecer o insight que os fará reagir positivamente a uma mensagem. Muitas vezes, as campanhas são desenvolvidas tendo em consideração apenas a criatividade e, na maioria das vezes o resultado é desastroso. "Criatividade pela criatividade não é, nunca foi e nunca será sinônimo de eficácia".
José Carmo Vieira de Oliviera Consultor - Sebrae-SP, http://www.sebraesp.
Sunday, March 04, 2007
UFP: acção de divulgação
Decorreu na passada sexta-feira, 2 de Março, no colégio Clip, Porto, mais uma feira das Profissões do CLIP. Pela primeira vez a Agência de Comunicação, recentemente criada no âmbito do estágio do curso de Ciências de Comunicação, da UFP, esteve presente num evento desta natureza. Entre as várias brincadeiras gráficas desenvolvidas, destaco um marcador de livros personalizado, com a fotografia de cada um dos miúdos. Pelo feedback obtido, foi um sucesso. Será para repetir, evoluindo!
Deixo 2 fotos de uma parte do grupo de apoio a este evento.
Monday, February 26, 2007
Publicidade em ovos
Parece que um novo suporte publicitário está já a ser utilizado em alguns países, nomeadamente na vizinha Espanha. Trata-se de imprimir mensagens publicitárias em ovos, a denominada "eggadvertising". Ideia genial, simples (parece que o grande problema foi a impressão por laser) e objectiva. Ah, e parece que chega a todos. Ou será que há por aí alguém que não goste de ovos. Ou melhor, alguém que ainda não tivesse posto um ovo a ferver ou a estrelar?
Thursday, February 22, 2007
NY: novo suporte publicitário
Há um novo suporte publicitário na cidade de Nova Iorque: os camiões de recolha de lixo. O primeiro anunciante foi, segundo a Adlatina, a Glad, uma marca de sacos para o lixo caseiro. A campanha esteve no ar durante os meses de Dezembro e de Janeiro em 2.000 camiões do lixo da Big Apple. A Glad não quis revelar os pormenores financeiros do programa que se sabe que inclui um montante em dinheiro e uma parte em sacos de lixo ForceFlex. Além disso, por cada caixa de produto vendida durante a campanha, eram dados sacos extra. No entanto, o Departamente de Saúde já recusou a colocação de mensagens publicitárias nos uniformes dos funcionários, mas deixa a porta aberta para campanhas semelhantes às da Glad. Vito Turso, responsável do Departamento de Saúde, explicou que “o produto anunciado deve ser de bom gosto. Não vamos por um anúncio à Chanel Nº 5. Mas há outras marcas que podem ter interesse em comunicar através de um alvo móvel que atravessa toda a cidade de Nova Iorque”.
Tuesday, February 13, 2007
Mudança do Público
O jornal Público mudou de cara. De cara e, parece-me, de conteúdo.
A primeira afirmação é óbvia. Confesso que não me satisfaz nem tão pouco me surpreendeu. Já por cá temos uns tantos jornais diários, JD e DN, pelo menos, com imagem semelhante. Infelizmente os números falam mais alto e as alterações efectuadas vão no sentido de captar audiências com as quais não me identifico.
A segunda afirmação, relativa ao conteúdo, parece-me podemos concluir que também houve mudança. Afinal, conteúdo são os textos, as imagens (com maior destaque), mas também uma série de aspectos implicítos que comunicam posturas, orientações e formas de estar.
Espero que, apesar de tudo, o público continue a seduzir-me. Confesso que começa a ser cada vez mais difícil...
A primeira afirmação é óbvia. Confesso que não me satisfaz nem tão pouco me surpreendeu. Já por cá temos uns tantos jornais diários, JD e DN, pelo menos, com imagem semelhante. Infelizmente os números falam mais alto e as alterações efectuadas vão no sentido de captar audiências com as quais não me identifico.
A segunda afirmação, relativa ao conteúdo, parece-me podemos concluir que também houve mudança. Afinal, conteúdo são os textos, as imagens (com maior destaque), mas também uma série de aspectos implicítos que comunicam posturas, orientações e formas de estar.
Espero que, apesar de tudo, o público continue a seduzir-me. Confesso que começa a ser cada vez mais difícil...
Sunday, February 11, 2007
Prémio para Adega de Foz Côa
A Adega de Foz Côa foi galardoada com o Prémio Arquitectura no Douro. Trata-se de um importante prémio, que tem como objectivo distinguir um projecto anual, que seja exemplar na conciliação da dualidade arquitectura - correcto ordenamento do territtório.
As imagens do projecto serão publicadas num futuro post, depois da merecida visita.
As imagens do projecto serão publicadas num futuro post, depois da merecida visita.
Sunday, January 28, 2007
Novo suporte publicitário
Chegou a Portugal mais um suporte publicitário. Trata-se dos tabuleiros, no aeroporto de Lisboa, onde despejamos tudo quanto trazemos nos bolsos, para ser sujeito a uma análise através dos raios X.
Segundo a Meios & Publicidade, o exclusivo anual, pela consultora imobiliária Cushman & Wakefield, custa 60 mil euros. Tendo em conta que o tráfego, no último ano, foram cerca de 12 milhões de passageiros, não parece uma verba avultada. Isto se, naturalmente, comparamos estes dados com os da TV, em Portugal.
Acresce ainda dizer que nos EUA já existe este meio publicitário, em vários aeroportos.
Segundo a Meios & Publicidade, o exclusivo anual, pela consultora imobiliária Cushman & Wakefield, custa 60 mil euros. Tendo em conta que o tráfego, no último ano, foram cerca de 12 milhões de passageiros, não parece uma verba avultada. Isto se, naturalmente, comparamos estes dados com os da TV, em Portugal.
Acresce ainda dizer que nos EUA já existe este meio publicitário, em vários aeroportos.
Monday, January 22, 2007
Universidade Corporativa da Unimed
Hoje, pelas 12.00h, decorre na Faculdade de Saúde da Universidade Fernando Pessoa, a apresentação pública e assinatura do protocolo de colaboração entre a UFP e a UNIMED.
Este acto consubstancia o nascimento da Universidade Corporativa da Unimed. À semelhança da Universidade Corporativa do Ceval, é mais um passo significativo e inovador, no panorama nacional, no sentido de desenvolver competências entre a Universidade e a Empresa.
Este acto consubstancia o nascimento da Universidade Corporativa da Unimed. À semelhança da Universidade Corporativa do Ceval, é mais um passo significativo e inovador, no panorama nacional, no sentido de desenvolver competências entre a Universidade e a Empresa.
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